sexta-feira, 30 de maio de 2014

Discurso de colação

2013 foi um ano meio meio merda mesmo, mas pelo menos eu terminei o ensino médio (e outras coisas legais aconteceram também) anyway, fui escolhido pelos meus ex-colegas para ser o responsável pelo discurso da turma, naturalmente quis me ausentar dessa tarefa (minha reação automática a qualquer suposta responsabilidade que queiram colocar sobre mim) mas como eu não havia colaborado em nada com a arrecadação de dinheiro para a turma me senti na obrigação moral de fazer pelo menos isso, e ficou uma bosta, tentei citar um monte de gente, esqueci um bocado de coisa e acabei inventado outras na hora.
Bem,vejam por si sós e tirem suas próprias conclusões:
foi mal pelo vídeo na vertical, meu irmão que filmou

A princípio eu ia fazer um discurso meio stand-up avacalhando geral, porém não tive culhões para realizar tal façanha, mas tá aí, dever cumprido, eu acho.


domingo, 18 de dezembro de 2011

Ocioso

Me sinto meio idiota ao dizer isso, mas sinto falta da correria, de não ter tempo pra nada, dos amigos, das responsabilidades, da minha rotina comum. Acontece que na correria do dia-a-dia nós praguejamos para que tudo acabe logo, contamos os dias para o final do mês e acabamos esquecendo o quanto isso é bom.
Isso mesmo, Bom, eu pelo menos não aguentaria viver em uma vida desprovida de esforço, seria tão monótono, sem contar que quando coneguimos algo através de muito sofrimento, mesmo que não seja grande coisa, é tão mais gratificante, e além do mais onde estaria o nosso mérito se tudo fosse fácil? prefiro viver minha vidinha mais ou menos, mas com com satisfação.
Por isso quem é bom mesmo vive a vida no "hard" sem medo de não dar conta ou de não ser capaz, porque por mais insignificantes que sejam nossas conquistas elas demostram o caminho em que trilhamos e a longa estrada que vem pela frente, e cabe a nós transformar esse caminho penoso em um belo aprendizado.

sábado, 10 de setembro de 2011

Feliz que nem criança


Sim, esse sou eu, não mudei quase nada.
Pior coisa do mundo é crescer. Quando se é criança é tão mais fácil ser feliz, tudo é tão mais simples e sem tantas preocupações, expectativas e cobranças, mas quando se cresce vai se perdendo essa simplicidade, as coisas ficam complicadas e começam a nos jogar muitas idéias, convenções, começamos a nos perder em nossos próprios pensamentos.
Saudade de época em que minhas únicas preocupações eram se o Ash Ketchun ia conseguir as oito insíguinias ou se eu ia conseguir convencer meu pai a me levar à casa dos primos para jogar Mario party, como sinto falta de jogar tazo, talvez beber guaraná caçulinha e colecionar os pokémons, de juntar as tampinhas de coca-cola e trocar por geloucos, de assoprar fita de super Nintendo, de ouvir meu irmão insistindo para eu ir brincar mesmo sendo ele o mais velho.
Mas quem sabe um dia esse turbilhão vai passar, conseguiremos nos divertir tanto em apenas uma tarde e seremos então, felizes que nem criança.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Amizade


-Que quer dizer “cativar”-disse o príncipe
-É algo quase sempre esquecido- disse a raposa – significa “criar laços”
-Criar laços?
-Exatamente - disse a raposa – Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a outras cem mil outras raposas. Mas se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint- Exupéry
Pág. 68

Sinto-me como esta singela raposa, a procura de um amigo, e que é cativada, chora ao dizer adeus, e que é indagada se tudo isso valeu a pena, pelo fato de estar sofrendo, mas com firmeza responde que tudo aquilo valeu a pena, e que apesar de não poder mais ver seu querido amigo, todas as lembranças, ensinamentos, sorrisos e brincadeiras ficarão para sempre guardados em seu coração.


“Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz!”

Bem... Eu poderia fazer um post inteiro só sobre “O Pequeno Príncipe” mas vamos adiante.

Amizade, quem não vive uma amizade? Até o mais endurecido dos corações conta com um amigo, mas bem, quanto a nós? Com tantas amizades, tantas idas e vindas, tanta saudade sufocando um coração.
Os amigos realmente ocupam um espaço muito especial em nossas vidas, eu os considero uma segunda família, uma família que eu escolhi estar perto. E quando esses amigos partem? Levam consigo uma parte de nossos corações. Mas todos os bons momentos ficarão para sempre em nossas mentes, e a esperança de um futuro reencontro nos aparece como uma luz no fim do túnel.


“Tia Cida e família” Lucas Malafaia BROTHER! \O/ mas os 3620 km entre Boa Vista e Florianópolis não são o bastante para diminuir a nossa amizade.


“Laura Isabel” Ela odeia essa foto, não sei por quê. ^^

Bem... É isso, Tenham uma boa noite/tarde/manhã!

Agradecimentos Especiais:Lennon Uriel pela foto da tia Cida e família e Antoine de Saint- Exupéry por ter escrito “O Pequeno Príncipe” \o/

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Primeira Crônica.

O Tempo

Lá estava eu em mais uma de minhas aulas de inglês, sentado na minha cabine preferida olhando as pessoas passarem, algumas me olham com uma cara de desprezo outras simplismente ignoram. Já gastei muitas horas observando as pessoas, vendo o que elas faziam da vida delas, como se eu não tivesse uma vida para cuidar também, era apenas um mero seguidor da filosofia de que é melhor aprender pelos erros dos outros.
Mas não consigo deixar de me perguntar "O quê eu estou fazendo da minha vida ?!" mesmo que seja bem mais conveniente ficar parado tentando entender o que as pessoas fazem de suas vidas isso não é justificativa para meu aparente descaso com o que hei-de fazer da minha.
E refletindo sobre o que eu faço do meu tempo penso que se eu pudesse voltar atrás faria um uso bem melhor dele, e talvez daqui a algum tempo eu volte a dizer isto, e então começo a me encorajar a tornar o meu tempo útil.
E além do mais, como vamos aprender a acertar se nunca erramos? Isso me encoraja a tentar fazer com com que meu tempo deixe de ser apenas momentos monótonos marcados por um relógio velho e passe a ser algo um pouco mais significante.